agent
Runtime de agente com missões de longo prazo, memória com origem e um juiz de deriva fora do alcance do próprio agente. Código vai para o Claude Code ou o Codex.
Kernel fixo, núcleo, camada moldável e delegação para agentes de código.
Não é só “agent”.
agent é um agente pessoal moldável, na linha do Hermes e do OpenClaw, com três diferenças de base.
Ele não compete com agentes de código: tarefa de código vai para o Claude Code ou o Codex, numa pasta isolada e com critério de aceite. O agente escreve o pedido e confere o resultado.
Toda auto-edição de memória ou de skill é versionada e reversível, e um juiz de deriva fora do alcance do agente compara o comportamento dele com uma referência fixa.
Missões que duram meses (uma pesquisa, um estudo, um monitoramento) têm carta, estado salvo e ritmo próprio.
O que precisa deixar de ser frágil.
Agente que edita a própria memória sem controle muda de comportamento sem ninguém perceber.
Autonomia longa com cada mudança versionada, reversível e medida contra uma referência.
Arquitetura e limites.
- Medir antes de fixar a arquitetura: o Experimento 0 compara cota, qualidade e velocidade de cada modelo disponível.
- Executor isolado com bubblewrap; sem ele, o agente recusa subir.
- Kernel fixo (regras, evals, juiz de deriva, orçamentos, permissões) separado da camada moldável (persona, skills, canais).
- Migrações acrescentam skills padrão sem sobrescrever as que o agente mudou.
O que o sistema ensinou.
- Quem julga a deriva não pode estar ao alcance de quem deriva.
- Delegar código para um agente especializado sai mais barato do que competir com ele.
Tem um sistema difícil de explicar?
Infraestrutura, automação, agentes, ferramentas locais ou um problema que atravessa camadas demais para caber num ticket convencional.