Resolver o sistema, não só o chamado.
Desenvolvo software, agentes e infraestrutura. Escrevo a spec antes do código e não publico o que não dá para conferir.
Começou no problema real.
Sou João Pedro, o tneemo. Desenvolvo software, agentes e infraestrutura, quase sempre local-first e quase sempre medindo antes de construir.
Escrevo a spec antes do código e aprovo o plano antes de executar. Nada é afirmado sem fonte: se o modelo alucina, eu pego; se o número não fecha, a página não sai.
Prefiro o trade-off na mesa a uma recomendação morna, e deixo os dados fazerem o trabalho pesado antes de refinar à mão. Hoje isso vira serviços no ar, runtimes de agente em construção e uma bancada pública de modelos no Laboratório.
Seis regras que eu não negocio.
Medir antes de decidir.
Antes de fixar uma arquitetura, um experimento mede cota, qualidade e velocidade. A opinião entra depois do número.
Spec antes de código.
Ideia vaga vira especificação com requisitos explícitos. A implementação começa com o plano aprovado, não com o primeiro palpite.
Fonte ou fora.
O que não dá para conferir não é publicado. Alucinação é tratada como bug, e dado sem procedência fica de fora.
Trade-off na mesa.
Toda escolha vem com o que custa. Uma tabela de opções honesta vale mais que uma recomendação morna.
Local-first.
Os dados ficam na máquina de quem usa sempre que possível. Modelo local, banco local, nuvem quando compensa.
Autonomia com freio.
Agente pode agir sozinho, mas cada mudança é versionada, reversível e medida contra uma referência fixa.
Da tomada ao runtime cognitivo
- Hardware — Diagnóstico, manutenção e padronização de estações.
- Redes — Conectividade e operação de ambientes distribuídos.
- Servidores — Serviços locais, Windows e Linux.
- Containers — Empacotamento e operação com Docker.
- Automação — Integrações, fluxos e redução de trabalho manual.
- Aplicações — Ferramentas desktop, web e sistemas locais.
- Agentes — Orquestração, permissões e continuidade operacional.
- Memória — Persistência, recuperação e busca vetorial.
- Avaliação — Benchmarks, instrumentação e comparação de estratégias.
Do cabo ao contexto.
A mesma operação pode pedir diagnóstico, rede, Windows, Linux, containers e uma aplicação. O valor está em atravessar essas fronteiras sem perder o mapa do sistema.
Operações manuais e frágeis viram sistemas observáveis, automatizados e documentados.
Tem um sistema difícil de explicar?
Infraestrutura, automação, agentes, ferramentas locais ou um problema que atravessa camadas demais para caber num ticket convencional.