Sobre

Resolver o sistema, não só o chamado.

Desenvolvo software, agentes e infraestrutura. Escrevo a spec antes do código e não publico o que não dá para conferir.

Quem sou

Começou no problema real.

Sou João Pedro, o tneemo. Desenvolvo software, agentes e infraestrutura, quase sempre local-first e quase sempre medindo antes de construir.

Escrevo a spec antes do código e aprovo o plano antes de executar. Nada é afirmado sem fonte: se o modelo alucina, eu pego; se o número não fecha, a página não sai.

Prefiro o trade-off na mesa a uma recomendação morna, e deixo os dados fazerem o trabalho pesado antes de refinar à mão. Hoje isso vira serviços no ar, runtimes de agente em construção e uma bancada pública de modelos no Laboratório.

Como eu trabalho

Seis regras que eu não negocio.

Tiradas do jeito como eu trabalho todo dia, não de um manifesto.
  1. Medir antes de decidir.

    Antes de fixar uma arquitetura, um experimento mede cota, qualidade e velocidade. A opinião entra depois do número.

  2. Spec antes de código.

    Ideia vaga vira especificação com requisitos explícitos. A implementação começa com o plano aprovado, não com o primeiro palpite.

  3. Fonte ou fora.

    O que não dá para conferir não é publicado. Alucinação é tratada como bug, e dado sem procedência fica de fora.

  4. Trade-off na mesa.

    Toda escolha vem com o que custa. Uma tabela de opções honesta vale mais que uma recomendação morna.

  5. Local-first.

    Os dados ficam na máquina de quem usa sempre que possível. Modelo local, banco local, nuvem quando compensa.

  6. Autonomia com freio.

    Agente pode agir sozinho, mas cada mudança é versionada, reversível e medida contra uma referência fixa.

Espectro técnico

Da tomada ao runtime cognitivo

O trabalho atravessa a infraestrutura física e chega até agentes com memória persistente, mantendo operação, software e avaliação no mesmo mapa mental.
  • Hardware — Diagnóstico, manutenção e padronização de estações.
  • Redes — Conectividade e operação de ambientes distribuídos.
  • Servidores — Serviços locais, Windows e Linux.
  • Containers — Empacotamento e operação com Docker.
  • Automação — Integrações, fluxos e redução de trabalho manual.
  • Aplicações — Ferramentas desktop, web e sistemas locais.
  • Agentes — Orquestração, permissões e continuidade operacional.
  • Memória — Persistência, recuperação e busca vetorial.
  • Avaliação — Benchmarks, instrumentação e comparação de estratégias.
Amplitude sem teatro

Do cabo ao contexto.

A mesma operação pode pedir diagnóstico, rede, Windows, Linux, containers e uma aplicação. O valor está em atravessar essas fronteiras sem perder o mapa do sistema.

Operações manuais e frágeis viram sistemas observáveis, automatizados e documentados.

Princípio operacional
Contato

Tem um sistema difícil de explicar?

Infraestrutura, automação, agentes, ferramentas locais ou um problema que atravessa camadas demais para caber num ticket convencional.