Curio
Agente persistente e local: o estado de verdade vive em SQLite, a memória vetorial é uma projeção que dá para reconstruir, e configuração nunca concede autoridade.
SQLite autoritativo no centro; memória vetorial, chat, MCP e painel como projeções e portas.
Não é só “Curio”.
Curio é um runtime cognitivo local e persistente, escrito em Rust como um monólito modular.
O estado autoritativo fica em SQLite. A memória vetorial é uma projeção derivada: se corromper, reconstrói a partir do estado.
Cada turno humano aceito recebe uma decisão de resposta durável antes de qualquer busca ou geração. Uma abstenção deliberada faz zero chamadas de modelo.
O doctor é somente leitura: diagnostica e aponta a próxima ação, mas nunca cria perfil, aplica migração ou concede permissão.
O que precisa deixar de ser frágil.
Agente persistente que mistura diagnóstico, configuração e permissão acaba concedendo autoridade por acidente.
Separa estado, projeção e autoridade, com cada caminho de reparo explícito.
Arquitetura e limites.
- Workspace Rust com crates separadas para core, store, runtime, chat, CLI, MCP, web e Ollama.
- SQLite como fonte de verdade; memória vetorial reconstruível.
- Modelos locais via Ollama em loopback.
- Painel web somente leitura, com o banco aberto em modo read-only e token obrigatório na API.
O que o sistema ensinou.
- Diagnóstico que repara sozinho esconde o problema que deveria mostrar.
- Projeção reconstruível transforma corrupção de índice em rotina, não em incidente.
Tem um sistema difícil de explicar?
Infraestrutura, automação, agentes, ferramentas locais ou um problema que atravessa camadas demais para caber num ticket convencional.